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 Entrevista Metro

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MensagemAssunto: Entrevista Metro   Sab 30 Nov 2013, 11:55

Metro escreveu:
   Na capa de seu novo álbum, Avril Lavigne aparece toda crescida, com uma expressão séria e maquiagem escura nos olhos. Mas a primeira sentença que ouvimos quando damos o play no álbum é “I don’t care about my make-up”. Então, a melhor coisa a se fazer é prestar atenção ao antigo ditado de não julgar o livro pela capa. Dentro do “Avril Lavigne” encontramos um montão de hinos pop que não vão tão profundamente nos sentimentos da própria cantora. Não é um álbum sofisticado, mas parece haver uma certa desarmonia no álbum com a intenção de manter seu espírito jovem e o impulso para crescer. Em uma conversa, Avril está tão descontraída e confiante quantos suas novas músicas fazem você acreditar:

   1. O sentimento que extraio desse álbum é definitivamente um sentimento de verão. Não parece muito “Novembro” lançar um álbum com faixas como “Bitchin’ Summer” e “Sippin’ on Sunshine”.


   É engraçado porque acabei me perguntando se esse álbum não se tornaria um álbum de verão. Escrevemos muitas músicas no verão e eu queria ter uma música que refletisse essa época do ano, você sabe, dirigir um carro, se sentir bem, bons momentos… Por mais ou menos uma semana escrevi músicas desse tipo. Mas o álbum já tinha “Bitchin’ Summer” e “Sippin’ on Sunshine”, e “Rock N Roll” meio que também entra nessa mesma vibe. O álbum deveria ter saído mais cedo, mas eles mudaram a porcaria da data três vezes!

   2. Você parece estar presa entre o sentimento de “Here’s To Never Growing Up” e realmente crescer…

   Não é tão profundo quanto parece, musicalmente falando. Gosto de estar nos palcos. Gosto de escrever músicas pop-rock. É isso o que todo mundo espera de mim e é aí que to mundo enlouquece – com a primeira batida e tudo. Mas existem lados diferentes de mim. Curto sentar com calma diante de um piano e escrever uma boa balada (música lenta) e óbvio, também adoro rock, então adicionei “Bad Girl” e “Hello Kitty” no álbum, que tem uma pegada meio suja e eletrônica. Então, o álbum é bem diversificado, pois queria escrever estilos de músicas e sentimentos diferentes. Então não sou eu, pessoalmente, é a música que eu faço. Sim, vem de mim, eu escrevo cada música e eu estou ficando mais velha agora, e mais adulta e esse é meu 5º álbum inédito. Mas tem um lado meu que gosta de ultrapassar os limites. Gosto de me divertir e extrair o melhor de todos os momentos. E falando de Here’s To Never Growing Up, aquela é uma música sobre sua alma, sua vida, sua atitude e modo de encarar a vida, não importa qual seja sua idade.

  3. O álbum faz várias alusões a bebedeira. Parece que não há músicas falando disso tão diretamente hoje em dia nas rádios…

   [risos]

  4. Já aconteceu de não aceitarem tocar suas músicas nas rádios por causa do conteúdo?

   Existem as versões explícitas e as normais das músicas. Eu penso muito nisso, mas aí tenho a oportunidade de fazer as duas versões…

   5. É preciso gravar de novo só pra fazer as partes explícitas? Digo, você grava o álbum inteiro com os palavrões e depois tem de voltar outro dia pro estúdio só pra regravar com a palavra “motherfreaking”?

   Sim, às vezes fazemos tudo isso no final. Às vezes sabemos que vamos ter que refazê-las enquanto ainda estamos trabalhando nelas.

   6. Lembro quando o Radiohead lançou “Creep”. Tinha uma parte em que os caras tinham que refazer uma frase que dizia “You’re so FUC**NG special” e Thom Yorke fala a palavra “very” no lugar com uma voz totalmente diferente.

   Sim, é exatamente disso que estou falando. Não entendi de primeira. Pensei que estivesse falando de edições. É… as rádios não podem tocar palavrões, então, se você realmente quiser ser você mesmo, você pode, mas você tem que estar pronto pra gravar uma versão com cortes. Quando me apresento em alguns países ou programas de TV, não me é permitido falar palavrões. Mas não tem problema.

   7. Nesse álbum tem bastante colaborações com seu marido, Chad Kroeger. Ouvi dizer que isso ajudou no desenvolvimento do seu relacionamento. Em qual momento de todo o processo você se deram conta de que realmente existia algo mais? Em qual momento vocês se apaixonaram?

   Bem, trabalhos no álbum e ele estava em turnê, também. Daí ele saiu e depois voltou. Trabalhamos em pequenas sessões. Quando finalmente deu uma parada depois de minha turnê me mudei pra França. Daí ele foi me visitar e essa foi a primeira vez que ficamos juntos sem ter de trabalhar.

  8. Aí o álbum já estava concluído?

   Não, continuamos trabalhando nele depois.

  9. Alguma música veio dos momentos em que vocês flertavam e paqueravam um ao outro?

   Temos um dueto nesse álbum. Foi a música em que trabalhamos juntos. Depois trabalhamos em uma música que se chama “If I Said That I Loved You” e mais uma vez, é um dueto que não foi lançado, mas tocamos ela no nosso casamento. Nossa primeira música dançante do casamento.

   10. O que mais vocês tocaram no casamento?


   Tinha uma banda tocando Jazz que é o que eu realmente gosto. Tocaram bastante Frank Sinatra and Billie Holiday. Tinha um DJ também para tocar músicas pop para a galera dançar.

   11. O DJ tocou alguma música sua ou do Nickelback?

   Não.

   12. Isso foi estritamente proibido?

   Não. Só não queríamos. Isso já aconteceu no passado, em Vegas. É divertido.

   13. O que você faz quando está num lugar que tocam suas músicas? Você dubla junto?

   No passado eu e minhas amigas ficávamos animadas e pulávamos bastante…

   14. Olhando pros créditos desse álbum, uma das únicas músicas em que Chad não participou é uma música sobre um outro cara. Vocês sentem ciúmes um do outro quando cantam uma música sobre outros amores?

   Na música “17” eu queria escrever algo sobre ter 17 anos porque aquele ano foi importante pra mim. Sempre me encontro me referindo aquele ano. Quando me sentei com Martin Johnson (escritor e produtor) ele me contou que teve a mesma experiência quando tinha a mesma idade. Então decidimos escrever uma música sobre ter 17 anos.

  15. A música “Bad Girl” com Marilyn Manson é um hino ótimo e é engraçado que desde quando você apareceu no cenário musical um bando de meninas más tem seguido o mesmo caminho para dominar o mundo da música pop. Você acha que foi uma influência para elas?

   Penso nisso quando alguém está bombando na mídia- e como foi pra mim, quando surgi, Britney e Christina estavam tocando um estilo de música pop: música pop chiclete. Daí eu cheguei com uma guitarra, escrevendo um tipo de música diferente e daí eu pensei “Será que ajudei a abrir a porta para artistas parecidos?” É isso o que acontece. Não vou dizer que fui eu quem abri esse caminho para eles. Qualquer cantora que estiver fazendo seu próprio estilo está abrindo caminhos para novas cantoras, então quando me perguntam sobre outras garotas que estão lá fora só esperando o momento para o sucesso, eu digo que sempre acabamos ajudando umas as outras, de certa forma. Acho ótimo que as mulheres podem estar por aí falando do que pensam e tocando guitarras.
Tradução: Bandaids Brasil

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MensagemAssunto: Re: Entrevista Metro   Sab 30 Nov 2013, 14:33

Não percebi até que ponto eles gostam da Avril xD E ela sabe sempre responder com educação e inteligência, o que é de louvar, não se "exibe da fama", sempre ela mesma :)
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sophabbey
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MensagemAssunto: Re: Entrevista Metro   Sab 30 Nov 2013, 21:02

Eu achei bem não ter tocado nenhuma música da Avril ou dos Nickelback no casamento deles.
Quando é que a Avril se lembra de lançar If I Said That I Loved You? Razz
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MensagemAssunto: Re: Entrevista Metro   

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