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 Críticas/reviews Avril Lavigne

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BG
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MensagemAssunto: Críticas/reviews Avril Lavigne   Qua 23 Out 2013, 22:18

Decidi abrir o tópico para irmos postando as críticas que forem surgindo ao álbum homónimo da nossa Avril. Se encontrarem alguma em revistas ou jornais, postem aqui, com o nome da publicação e respetiva data de edição.

Começamos com uma review feita pela Sony Music Coreia:

AvrilBandaidsBrasil escreveu:
1.Bitchin’ Summer; Hello Heartache: As duas faixas mais marcantes entre as outras faixas são “Bitchin’ Summer” e “Hello Heartache”, elas pegam a atenção do público com a fusão rítmica do hip hop e rock com batidas de bateria e um encaixe do som do violão acústico.

2. 17: A faixa inspirada pelo rock’n'roll , a qual te dá animadas e prazerosas impressões.

3. You Ain’t Seen Nothin’ Yet: É a faixa que desempenha uma melodia poderosa, por mais que também tenha uma melodia que seja familiar e fácil para os ouvintes se acalmarem.

4. Bad Girl: “Bad Girl” é um tanto exótica para os ouvintes em geral e tem uma vibe dançante.

5. Falling Fast: O som de “Falling Fast” parece que foi inspirado pelo estilo musical de John Mayer e isso fornece aos ouvintes um confortável e delicado ambiente por meio do Country e Blues. Essa faixa é simplesmente uma balada-rock.

6. Hush Hush: Balada poderosa, tendo uma seção de cordas com um componente muito bem organizado, mas controla um pouco as emoções.
Fonte: AQUI

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Mimi13
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MensagemAssunto: Re: Críticas/reviews Avril Lavigne   Dom 27 Out 2013, 11:21

O álbum está 5 estrelas.
Achei que o inicio com a RNR foi voa ideia- foi do estilo "I CAN STILL ROCK N ROLL, IM STILL AVRIL".
Depois a HTNGU, para também nos levar aos "velhos tempos" com os acordes dd complicated e 17.
Bitching Summer é uma faixa típica dessa estacão do ano, mas que, ao ser ouvida no Inverno , nos traz memórias do Verão. Segue-se a belíssima let Me Go, com um som "sinistro" e uma autêntica masterpiece.
Give you what you like, também "sinistra" da melhor forma, é , segundo AVril uma das duas melhores que compôs. Terei de discordar, apesar de ter adorado o som , letra e vibe da canção.
A minha maior curiosidade era Bad Girl, o dueto com Manson. E cada segundo satisfez-me plenamente. A parte dele é muito irrelevante, mas traz uma nova vibe à música.
Hello Kitty- a única faixa que considero que podia ser passada à frente- é electrónica e desaponta um pouco. É, porém, bom ver a cantora a experimentar este género, apesar de ser uma "fill in track"
You ain't seen nothing yet é uma faixa que me fez logo pensar em Kelly clarkson, da forma mais positiva. E amei cada segundo da faixa de amor.
Sippin' on sunshine é uma onda de diversão maravilhosa. Mais divertida do que qualquer faixa do TBDT, esta traz-nos um hino de verão, juntamente com Bitchin Summer. Já tinha amado pela preview, mas gostei ainda mais.
Hello Heartache é das minhas preferidas. Amei tango mas tanto. Produção e letra espectacular.
Falling Fast e Hush Hush seguem a onda de Hello Heartache, e são espectaculares.

No fim do dia, o álbum merece um aplauso. Ela conseguiu fazer algo que nunca fez- juntar várias coisas num álbum- e fazê-lo AVRIL LAVIGNE da forma mais inovadora possível.  Acho que será fácilmenre um álbum que a trará de volta ao sucesso de Let Go,2002.

Melhores faixas: acho que todas ! E de cedta forma os singles nem são do melhor, mas são fenomenais!
Pior: hello kitty. Não consegui gostar.
Género: comtemporanêo, pop-rock, soft rock/alt rock, pop

Classificação: 5/5

Asgsshshg, as 3 últimas e a Let Me go batem tudo!
Já vos aconteceu não conseguirem escolher uma favorita por amarem tudo? É ISSO
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MensagemAssunto: Re: Críticas/reviews Avril Lavigne   Dom 27 Out 2013, 11:33

Mimi13 escreveu:
O álbum está 5 estrelas.

Já vos aconteceu não conseguirem escolher uma favorita por amarem tudo? É ISSO
Gostei de ler o que escreveste mas o tópico em que fazemos as nossas próprias críticas é ESTE. Aproveita e lê as nossas opiniões. Wink

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Mimi13
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MensagemAssunto: Re: Críticas/reviews Avril Lavigne   Dom 27 Out 2013, 11:47

Desculpem!
Nunca acompanhei lançamento de Cd aqui xD

Algum mod consegue mudar?
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MensagemAssunto: Re: Críticas/reviews Avril Lavigne   Dom 27 Out 2013, 17:59

Mimi13 escreveu:
Desculpem!
Nunca acompanhei lançamento de Cd aqui xD

Algum mod consegue mudar?
substituí o texto do teu post naquele tópico pelo que escreveste neste. espero que não te importes... Neutral

Citação :
Crítica: Na zona de conforto, Avril Lavigne surpreende em seu despretensioso disco homônimo

De uns tempos pra cá, a maioria das expectativas relacionadas a lançamentos de álbuns pop se baseiam em enormes expectativas e pretensões competitivas entre fanbases. Na maioria dos casos, o buzz causado pela impiedosa internet acaba interferindo um pouco no conceito geral sobre uma determinada música ou videoclipe. Antigamente, uma música era simplesmente lançada em programa X, e o desempenho da mesma iria depender da opinião individual de cada um que a ouvisse, sem a necessidade “obrigatória” de fazer campanhas de flood, alfinetadas a outros artistas e etc. Se a música era boa, cedo ou tarde ela faria sucesso, simples assim. E foi aparentemente com esse pensamento que a canadense Avril Lavigne projetou seu quinto e homônimo álbum, que chega às lojas no próximo dia 05 de novembro deste ano com três singles/videoclipes lançados e sem preocupação alguma de ocupar o topo dos charts.

O álbum já começa com dois dos três singles: “Rock ‘N Roll” seguido de “Here’s to Never Growing Up“. Para segurar a atenção do ouvinte, “Let Me Go” foi encaixada mais pro meio da tracklist. Se bem que, ao final do álbum, a ordem das faixas não altera muito. Todas as faixas são totalmente distintas uma das outras, e isso pode até mesmo rotular Avril Lavigne como o álbum mais misto (ou quem sabe, confuso?) de toda a carreira da moça. Faixas como “17” e “You Ain’t Seen Nothing Yet“, apesar de muito boas, passam quase que despercebidas por não mostrarem uma faceta renovada da moça. Nem mesmo a única expectativa que muitos tinham – o dueto com Marilyn Manson, “Bad Girl” – consegue surpreender da forma prevista. Aliás não é de hoje que esse problema é notado: em Goodbye Lullaby, também era difícil definir uma identidade para a era.

Por outro lado, essa falta de foco não interfere na qualidade do disco. Ele conta com ótimas baladas como “Let Me Go” e a belíssima “Hush Hush“, além de outras produções com excelentes arranjos, vide a atmosfera densa de “Give You What You Like” e o clima pop rock anos 90 presente na ótima “Hello Heartache“. Consequentemente as duas são, na minha opinião, as melhores do álbum, contando com o divertido pseudo k-pop dubstépico “Hello Kitty“. Caso essa venha a se tornar single, o que é muito provável, tem futuro garantido das pistas de dança. Quem diria, hein, sk8er girl?

Resumidamente, Avril Lavigne está longe de ser um álbum ruim, tampouco o melhor álbum da carreira da srta. Kroeger. Tende a agradar mais que Goodbye Lullaby, mas também não alcança a magnitude de Under My Skin. Pode até ser que no contexto de sua discografia ele não consiga deixar um rastro icônico, mas por outro lado é um bom presente para os fãs da cantora, que não precisou distorcer sua imagem (literalmente, rs) para se manter na memória dos admiradores da cultura mainstream. Até agora nenhum single que tenha obtido um marco nos charts equivalente aos registros das eras douradas dos três primeiros discos, mas who cares? Avril só quer saber de pregar sua eterna mensagem de mantermos sempre vivo o espírito jovem dentro de cada um de nós, encarando a vida como uma grande e despretensiosa festa. Posso ouvir um “amém”?
Fonte: AQUI
Créditos: Facebook

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MensagemAssunto: Re: Críticas/reviews Avril Lavigne   Seg 28 Out 2013, 12:17

Desculpem o double-post mas saiu mais uma crítica a Avril Lavigne, esta mais detalhada:

Citação :
“Avril Lavigne”: Um álbum bem produzido e pouco inovador

Confira a review “faixa por faixa” do quinto álbum de Avril Lavigne.

Nesta semana, caiu na rede o álbum auto-intitulado de Avril Lavigne. O quinto álbum de estúdio esta previsto para ser lançado no dia 5 de novembro pela Epic Records e conta com 13 faixas, incluindo os singles “Here’s to Never Growing Up” e “Rock N Roll”. O álbum também inclui uma colaboração com seu marido, intitulado “Let Me Go” e uma grande quantidade de energia e baladas. Lavigne e Kroeger gravaram uma canção especial para o casamento deles, mas, não está incluída no álbum. Em geral, o disco tem músicas boas apesar de não mostrar um amadurecimento da cantora. As faixas que mais surpreenderam foi “Hello Kitty”, que como a própria Avril disse foi algo nunca feito por ela e “Bad Girl”, uma faixa pesada que conta com a participação de Marilyn Mason.
Tracklist:

“Rock N Roll” - Avril Lavigne, Peter Svensson, Rickard B. Göransson, J Kash, Chad Kroeger, David Hodges
“Here’s to Never Growing Up” - Avril Lavigne, Martin Johnson, David Hodges, Chad Kroeger, J Kash
“17″ - Avril Lavigne, Martin Johnson, J Kash
“Bitchin’ Summer” - Avril Lavigne, Matt Squire, David Hodges, Chad Kroeger, J Kash
“Let Me Go” (feat. Chad Kroeger) - Avril Lavigne, David Hodges, Chad Kroeger
“Give You What You Like” - Avril Lavigne, David Hodges, Chad Kroeger
“Bad Girl” (feat. Marilyn Manson) –  Avril Lavigne, David Hodges, Chad Kroeger
“Hello Kitty” - Avril Lavigne, Martin Johnson, David Hodges, Chad Kroeger
“You Ain’t Seen Nothin’ Yet” - Avril Lavigne
“Sippin’ On Sunshine” - Avril Lavigne, Martin Johnson, David Hodges, Chad Kroeger, J Kash
“Hello Heartache” - AvriL Lavgne, David Hodges
“Falling Fast” - Avril Lavigne
“Hush Hush” - Avril Lavigne, David Hodges

Confira a review “faixa por faixa” do álbum:

“Rock N Roll”

O segundo single do álbum tem tudo para conquistar o público a partir da primeira audição. Fácil, cativante e com uma base instrumental pop-rock que lembra o clássico “We Will Rock You” do Queen. Com seu refrão pegajoso, a música tinha tudo para fazer sucesso. Eu não entendo por que ela falhou nas paradas.

“Here’s to Never Growing Up”

Uma canção com uma sonoridade mais madura, mas com uma letra sobre a “rebeldia adolescente”. Apesar de não agradar os críticos, a mensagem da canção é clara: ela se recusa a crescer e não “da a mínima”. Perfeito para os adolescentes. Se você gosta de um clássico da Avril, então você provavelmente vai adorar!

“17″

Uma outra canção sobre adolescência, parece que a Avril não quer crescer mesmo! A cantora está criando grandes hinos pop adolescente. A música é tudo que você pode pedir de uma produção pop, fácil de ouvir, simples e verdadeiramente cativante. Lembre-se o som de sua estreia, “Complicated”, a única diferença é que nesse ano, ela tinha 17 anos agora cerca de 30 anos, a coisa soa um pouco enfraquecida. Mas de qualquer maneira, ela é muito fiel ao seu estilo, e para os fãs de longa data, é uma boa música.

“Bitchin’ Summer”


Uma música suave, com a mistura rítmica do hip hop e rock, com batidas de bateria e um encaixe do som do violão acústico. Produzido pelo produtor Matt Squire a canção é cativante graças ao clássico “Oooh Oooh”.

“Let Me Go (feat. Chad Kroeger)”


O terceiro single do álbum volta a cantora para sua idade atual. A música segue o estilo de seu mais recente álbum, “Goodbye Lullaby”, muito pessoal, e com essa música Avril retorna para sua maturidade que ela havia deixado nas faixas anteriores. Uma balada poderosa escrita com o apoio de David Hodges, a cantora mostra seu vocal poderoso em uma canção de amor comovente junto com o marido, Chad Kroeger.

“Give You What You Like”

A faixa preferida da cantora não decepciona. Acompanhada de um piano, Avril nos cativa com o melhor que ela sabe fazer. Ela prova que pode conquistar a mente e o corpo, com letras verdadeiras e profundas como esta.

“Bad Girl (feat. Marilyn Mason)”


Essa música é surpreendente! A parceria da cantora com Marilyn Mason não decepciona, a produção é atrevida e ativa o modo rebelde da cantora. O som ficou bem parecido com as músicas de Taylor Momsen e sua banda The Pretty Reckless.

“Hello Kitty”


Mais uma surpresa nesse álbum. Se você pensou que nunca ia ouvir Avril Lavigne cantando farofa, então você está enganado! A música conta com dubstep e é muito contagiante. ”Hello Kitty”, é um aceno para os países do Oriente e todas as meninas que moram lá, que sempre têm apoiado a cantora desde o começo da carreira.

“You Ain’t Seen Nothin’ Yet”


Me parece uma faixa perdida do álbum “The Best Damn Thing”, é cativante e perfeito se tivesse sido lançado em 2005, nada de novo.

“Sippin’ On Sunshine”

A música é positiva e cativante que retorna a cantora para os seus anos de ensino médio. Outro hino adolescente, perfeito para o fim do verão na hora de começar o novo ano escolar.

“Hello Heartache”

Com letras muito bem sucedidas, o início soa como “Salt Skin”, de Ellie Goulding. O ponto bom da música é a cativante e repetitiva “La La La La La”.

“Falling Fast”

Nesse som, Avril mostra-se bem mais madura do que nos outros! Com uma melodia de piano delicado, pode ser um grande sucesso. Você vai gostar da primeira audição. Tem um sabor de produção de música devastadora.

“Hush Hush”

Avril encerra o álbum com uma balada deliciosa e delicada. Mostra um lado bem maduro da cantora e sem dúvida, um final brilhante do álbum!

Todos sabemos que Avril Lavigne não é mais uma menininha, mas sabemos que ela não abandonou seu lado cativante em suas músicas, e os fãs adoram escutar composições brilhantes como essas. Com certeza, um dos melhores álbuns da cantora!
Fonte: AQUI
Créditos: BYAL no Facebook

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MensagemAssunto: Re: Críticas/reviews Avril Lavigne   Qua 30 Out 2013, 13:55

Desculpem o triple-post mas, vá lá, a culpa não é minha que ninguém comente! Saiu uma nova crítica ao álbum Avril Lavigne, uma crítica bem positiva, que descreve o álbum como um dos melhores discos de pop do ano!

Citação :
[CRÍTICA] "Avril Lavigne" é um dos melhores álbuns pop do ano, segundo o idolator.com!

O quinto álbum de estúdio de Avril Lavigne, Avril Lavigne (ponto negativo de imaginação, por causa do título, e ainda vou perdoá-la), sai na próxima terça, 05 de novembro, mas está disponível no iTunes uma semana antes do lançamento oficial, o que deve dar à todos nós uma oportunidade de deixar o que estamos fazendo, parar nossas vidas inteiras, e nos envolver com um dos melhores discos pop do ano.

Isso não é uma hipérbole (exageração). Claro, existem alguns insucessos neste álbum a medíocre "Let Me Go," com a presença de Chad Kroeger, o inexplicável dueto com Marilyn Manson em "Bad Girl" e a cansativa "Hello Kitty."

O nostálgico e excepcional hino "Here's To Never Growing Up" e a brincalhona "Rock N Roll" tomam o comando, mas "17" é nada menos que magistral, pegando de onde "Teenage Dream" de Katty Perry parou, com uma mistura de tristeza e alegria que é inebriante.

"Bitchin Summer" é tão formidável, um golpe eufórico de loucura adolescente, e "Sippin' On Sunshine" é "Roar" com um grande refrão.

"Give You What You Like" é estilo Liz Phair uma noite de espera, luxúria em forma sonora, e "You Ain't Seen Nothing Yet" é a perfeição pop-rock.

"Hello Heartache," "Falling Fast" e "Hush Hush" formam uma espécie de trio maravilhosamente melancólico. Tudo super admirável. Deixem "Prism" e "Bangerz" por um minuto e dêem uma escutada nesse.

Tradução: Equipe BYAL
Fonte: www.idolator.com

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LLfanavril
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MensagemAssunto: Re: Críticas/reviews Avril Lavigne   Qua 30 Out 2013, 19:30

Não esperava outras opiniões...mas não percebi a crítica a Let Me Go...medíocre?
Não temos culpa que esteja a ser um insucesso, mas não temos culpa que hoje as pessoas só queiram ouvir lixo de música e não dêem atenção ás grandes baladas.
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MensagemAssunto: Re: Críticas/reviews Avril Lavigne   Qua 30 Out 2013, 20:10

LLfanavril escreveu:
mas não percebi a crítica a Let Me Go...medíocre?
Não temos culpa que esteja a ser um insucesso, mas não temos culpa que hoje as pessoas só queiram ouvir lixo de música e não dêem atenção ás grandes baladas.
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MensagemAssunto: Re: Críticas/reviews Avril Lavigne   Qua 30 Out 2013, 22:14

Mais críticas, das boas:

BYAL escreveu:
[CRÍTICA] Avril Lavigne, casada duas vezes, beirando os 30 anos - e falando para adolescentes descuidados como os Lorax, os quais foram demitidos. Temos que esperar muito mais de uma estrela lançando seu quinto álbum (que está sendo transmitido agora no iTunes, uma semana antes do lançamento), não importa estar fazendo isso quando até os grandes nomes da música estão falando sobre temas em alta, como apropriação e blasfêmia.

Avril, que virou seus 29 anos no mês passado, não pode competir com Miley e Kanye, quando se trata em fazer um espetáculo pop. Mas o irresistível informal, perceptivo e, em duas (ou três) ocasiões, profundamente estranho, Avril Lavigne nos lembra que maturidade às vezes significa dobrar-se quanto ao que é esperado de você - até mesmo quando envolve fazer um rap sobre os “policiais filhos da mãe” em uma frota musiquinha chamada “Bitchin’ Summer”

Demora muito tempo escrever um álbum adolescente apropriado, e aqui, Avril baseia-se em seu novo marido, Chad Kroeger, e dois outros não-suecos que participaram de bandas, Martin Johnson e David Hodges. Mas quando ela grita sobre “viver como estrelas do rock” em “Here’s to Never Growing Up”, o maior e melhor dos seus três primeiros singles do álbum, é da perspectiva esguichada de estudantes “diabinhos” do Ensino Médio, e não groupies valentões.

Na verdade, quase nenhuma oleosidade de Kroeger parece ter caído na música de Avril. Além disso, seu dueto “Let Me Go”, parece ser profundamente estranho porque são recém-casados falando sobre rompimento, ou pode ser completamente banal, porque soa como uma música da Nickleback. Embora Hodges confunde com Evanescence, Avril está realmente terminada com seus elementos pessimistas que pegou emprestado do seu disco anterior, Goodbye Lullaby.

O que realmente ouvimos, soa um pouco como Taylor Swift, ou Paramore para as garotas. As músicas vieram em três categorias. Tem o pop-rock sobre problemas adolescentes, como a quase-perfeita “17”, onde “roubar cervejas do parque de trailers” leva a “acender sequeiros para lutar contra a escuridão”, e o toque acústico beneficia um pouco o melancólico. Depois dessa encontramos uma outra categoria, que contém duas músicas profundamente estranhas: “Hello Kitty”, uma faixa de duplo passo que parece reconhecer o seu próprio simbolismo, adaptando ao brilho de J-Pop American Funtime Now; e o delineador preto, mas super-saltitante “Bad Girl”, que conta com a participação de Marilyn Manson coaxando e mostrando o seu lado monstro sobre suas fantasias pervertidas enquanto Avril o convida para “fazer qualquer coisa” ou mais.

A coisa mais estranha? O pontapé da dupla é tão forte que apaga receios de sua mente. E depois, é claro, os ganchos penetram rapidamente.
Provavelmente ninguém gosta da ideia de Avril Lavigne e Marilyn Manson terem se aproximado, com uma palavra de segurança (tio skatista?).
Mas a coisa toda é tão pra cima que você não pode odiá-la. Ou ao menos, se você odeia, verifique-se para ter certeza de que você não é contra fantasias "vulgares" de Halloween, porque pode ser apenas que você esteja redirecionando alguma raiva interiorizada.

O que nos leva à última categoria de faixas do álbum, as músicas de tumulto sexual. O compromisso da Avril para o ponto de vista adolescente, finalmente rendeu esta: "You Ain't Seen Nothing Yet", um prazeroso hino tão sério como qualquer coisa feita por Taylor Swift que, no entanto, encontra o seu autêntico protagonista "terceira base e estou pulando as preliminares," e "Give You What You Like," uma balada sensual que aponta para todos os modos como as pessoas negociam sexo e afeição por atenção (e cigarros). Avril não está mais lamentando complicações, ela está empinando o nariz e revelando muito da sua sabedoria de mulher crescida.
Também outra, ainda por traduzir, que praticamente repete o que já foi dito até agora: que é um dos melhores lançamentos deste ano, que Let Me Go é a mais fraca do CD (?), que as baladas são as melhores músicas do álbum. (AQUI)

Sou a única aqui surpreendida com estas críticas tão boas? Neutral Não que me queixe, antes pelo contrário, mas...

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MensagemAssunto: Re: Críticas/reviews Avril Lavigne   Qua 30 Out 2013, 22:46

Não percebo quando dizem que se parece a Taylor Swift quando a Taylor é que se parece a ela. Devem esquecer-se que a Avril já fazia pop muito antes dela.
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MensagemAssunto: Re: Críticas/reviews Avril Lavigne   Qui 31 Out 2013, 14:37

Quando deixarem de fazer comparações desse género bato palmas, a sério! -.- Acho que em geral a ideia transmitida é que, apesar de não chegar ao valor de Under My Skin por exemplo, não deixa de ser um grande Álbum e uma grande surpresa não só para nós, como também para quem elabora essas Críticas. Quando falei das Músicas no outro Tópico, referi que não tinha ouvido Hello Kitty até ao fim, mas agora fiquei com curiosidade xD Acho que poderiam fazer mais ênfase ás Músicas escritas por ela, em vez de dizerem que X é parecido com Y, quando bem sabemos que de certa forma a nossa Princesa se desafiou um bocado neste Álbum, ou alguém estava á espera que Bad Girl fosse a preferida de muitos, ou até que a Avril adoptaria o estilo que adoptou em Give You What You Like? Arriscar-me a dizer que este Álbum é o melhor dela talvez não, mas de facto superou bastante as minhas expectativas, e continuo sem perceber porque é que já vi críticas acerca do nome do Álbum, lá por não ser o mais original, não quer dizer que tenha menos valor por isso, e a meu ver este Álbum é a definição da Carreira dela, motivo suficiente para o nome do mesmo. E dada já a Agenda que ela tem ainda para este ano, continuo com esperanças que ela venha a Portugal no próximo ano. Well, at least let me dream...
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MensagemAssunto: Re: Críticas/reviews Avril Lavigne   Qui 31 Out 2013, 19:27

ritabaptista93 escreveu:
e continuo sem perceber porque é que já vi críticas acerca do nome do Álbum, lá por não ser o mais original, não quer dizer que tenha menos valor por isso, e a meu ver este Álbum é a definição da Carreira dela, motivo suficiente para o nome do mesmo.
Eu por acaso até concordo. Quando soube que o álbum ia ser homónimo, fiquei de pé atrás. Mas agora, depois de ouvi-lo, faz sentido. Parece-se um pouco com um greatest hits, juntamente com um punhado de faixas mais inovadoras.

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MensagemAssunto: Re: Críticas/reviews Avril Lavigne   Sex 01 Nov 2013, 08:23

BG escreveu:
ritabaptista93 escreveu:
e continuo sem perceber porque é que já vi críticas acerca do nome do Álbum, lá por não ser o mais original, não quer dizer que tenha menos valor por isso, e a meu ver este Álbum é a definição da Carreira dela, motivo suficiente para o nome do mesmo.
Eu por acaso até concordo. Quando soube que o álbum ia ser homónimo, fiquei de pé atrás. Mas agora, depois de ouvi-lo, faz sentido. Parece-se um pouco com um greatest hits, juntamente com um punhado de faixas mais inovadoras.
Exactamente BG. Na minha opinião, não vejo que melhor nome se poderia dar ao Álbum. Já vi um Inquérito no Facebook a falarem, caso se pudesse alterar o nome do Álbum, que Faixa colocariam em vez de Avril Lavigne, tipo? Bad Girl só porque o Álbum tem mais músicas "diferentes" daquelas a que estamos habituados? É a que mais gosto dele, está-me constantemente na cabeça, mas tipo... confused
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MensagemAssunto: Re: Críticas/reviews Avril Lavigne   Sex 01 Nov 2013, 12:14

Uma crítica não tão positiva mas que não é propriamente má:

BYAL no Facebook escreveu:
[CRÍTICA] A crise de identidade de Avril

Avril Lavigne tem 29 anos, mas ela tem estado no negócio da música há muito mais tempo que muitas divas pop em suas carreiras inteiras. Após Avril Lavigne assinar com uma grande gravadora quando tinha 16 anos, Lavigne encontrou sucesso imediato, como uma adolescente punk com um tato para melodias pop e letras que eram pessoais o bastante para as noites em seu quarto, mas acessíveis o bastante para ser um sucesso no rádio e nas lojas.

Durante o curso de sua carreira, Lavigne tem dois álbuns #1, e vendeu cerca de 30 milhões de álbuns no mundo todo. Não é surpresa que Avril esteja desejando ser uma adolescente vivendo verões que ela nunca teve a experiência de viver a primeira vez. Antes de tudo, aos 16 anos, Lavigne não estava causando problemas nos shoppings ou andando de skate por aí, mas estava em turnê mundial divulgando seu álbum de estréia.

Coincidentemente, nostalgia vende. O fato de Lavigne estar cantando músicas sobre o verão e 'nunca crescer' provavelmente coincide com sua mentalidade atual, enquanto satisfatoriamente atende seu público.

É certo que nós ouvintes somos atingidos por uma sobrecarga de nostalgia durante o primeiro terço do novo álbum autointitulado. Na sequência, Lavigne canta sobre ser energicamente e legitimamente roqueira "Deixe eles saberem que ainda somos rock and roll," criando um típico transtorno adolescente: "Estaremos correndo pela rua gritando beije minha bunda/ Nunca crescemos aqui," amor adolescente: "Estavamos vivendo nosso sonho/ era eu e você/ e tinhamos 17," e verões adolescentes: "Esse vai ser um verão de vadiagem/ estaremos vivendo intensamente/ nos mantendo juntos."

Todas as quatro faixas fornecem um pop passageiro, com a abertura sendo "Rock N Roll" o single mais cativante no álbum todo (tem até um solo de guitarra). Após as primeiras faixas pop, temos uma mescla de Avril, com músicas que vão desde o seu melhor material em quase uma década, para músicas que fariam até mesmo os fãs mais obstinados questionar a mentalidade de Avril, com "Hello Kitty" e "Bad Girl" sendo duas das principais culpadas.

Seguindo tendências populares na música, "Hello Kitty" é uma música de dubstep leve, que começa com Lavigne cantando em japonês de uma uma forma que até Gwen Stefani balançaria a cabeça, enquanto "Bad Girl" é uma parte de Ke$ha estilo trash-pop que entre todas as pessoas, tem a participação de Marilyn Manson. "Let Me Go," seu dueto obrigatório com o novo marido Chad Kroeger, finalmente responde a urgente questão: "E se Avril cantasse uma música do Nickelback? " O resultado final da faixa: Ela poderia ter sido pior, mas ainda é muito longa, muito dramática e uma música que em primeiro lugar, nunca precisou ser criada.

É fácil ver que este álbum é, no mínimo, variável. Como mencionado acima, é fornecidas previamente, singles com potencial para o rádio, e, em seguida, salta de gênero para gênero, sem rima ou razão. Mas talvez, quando Avril está no seu melhor é quando ela mantém o simples. Bem no meio do dueto com Chad, parceria de Marilyn Manson e o dubstep com letra sendo gritada em japonês.

"Give You What You Like" é despojada e coloca os vocais de Lavigne à frente da mistura, e também tem a honra de ser a música mais completa do álbum todo. "You Ain't Seen Nothing Yet" (não é cover de BTO) é uma simples fatia suculenta de pop-punk e as baladas no final do álbum, são, se alguma coisa, certamente um resgate musical, do que algumas das canções genéricas e o material questionável do resto do álbum.

Será interessante ver isso no futuro, se Avril Lavigne puder reviver os anos de glória de adolescente. Certamente o potencial para tal existe. A voz dela amadureceu muito bem ao longo dos anos, e ela faz o seu melhor na tentativa de acompanhar as tendências do pop atual, enquanto ainda tenta mostrar alguns de seus timbres punk-pop.

Mas neste aspecto, não há dúvidas de que Lavigne está mais perto do pop e não punk, mesmo que ela tente mostrar suas 'raízes punk' dando um dedo do meio, ou por suas baladas emocionais. Ela é autêntica, que parece ser uma coisa que sempre priorizou em sua música (ela acredita sinceramente que ainda é uma princesa punk adolescente). Mas uma vez que ela finalmente, decidir aceitar que se tornou uma estrela pop completamente desenvolvida, os resultados na sua música serão muito mais consistentes e satisfatórios. Até então, estamos presos à uma artista que depois de mais de uma década fazendo música, ainda cria sua obra-prima.

Tradução: Equipe BYAL
Fonte: www.sputnikmusic.com

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MensagemAssunto: Re: Críticas/reviews Avril Lavigne   Sab 02 Nov 2013, 10:01

E mais uma vez...

"Avril Lavigne tem 29 anos, mas ela tem estado no negócio da música há muito mais tempo que muitas divas pop em suas carreiras inteiras." E depois começam as comparações... Não sei até que ponto as Críticas concordam ou não que a Avril mantenha o seu estilo adolescente nas suas Músicas, mas também é verdade que ela se esforçou por mostrar um outro lado dela, e continuo a não ver alguém a valorizar isso... E tenho de ouvir Hello Kitty xD
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MensagemAssunto: Re: Críticas/reviews Avril Lavigne   Sab 02 Nov 2013, 11:55

ritabaptista93 escreveu:
Não sei até que ponto as Críticas concordam ou não que a Avril mantenha o seu estilo adolescente nas suas Músicas, mas também é verdade que ela se esforçou por mostrar um outro lado dela, e continuo a não ver alguém a valorizar isso...
As únicas músicas em que ela mostrou um lado diferente foram Bad Girl e Give You What You Like, as restantes, de uma maneira ou de outra, são mais do mesmo. Há quem goste, atenção: sempre que um artista ou banda experimenta algo de novo, existem sempre aqueles comentários nos vídeos do YouTube do género quero-os-antigos-[inserir nome da banda]-de-volta mas a mim, pessoalmente, cansa-me que um artista faça sempre a mesma coisa. É o que está a acontecer, um bocadinho, com este CD da Avril.

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MensagemAssunto: Re: Críticas/reviews Avril Lavigne   Sab 02 Nov 2013, 18:01

BG escreveu:
ritabaptista93 escreveu:
Não sei até que ponto as Críticas concordam ou não que a Avril mantenha o seu estilo adolescente nas suas Músicas, mas também é verdade que ela se esforçou por mostrar um outro lado dela, e continuo a não ver alguém a valorizar isso...
As únicas músicas em que ela mostrou um lado diferente foram Bad Girl e Give You What You Like, as restantes, de uma maneira ou de outra, são mais do mesmo. Há quem goste, atenção: sempre que um artista ou banda experimenta algo de novo, existem sempre aqueles comentários nos vídeos do YouTube do género quero-os-antigos-[inserir nome da banda]-de-volta mas a mim, pessoalmente, cansa-me que um artista faça sempre a mesma coisa. É o que está a acontecer, um bocadinho, com este CD da Avril.
Sim, e tens toda a razão, eu pessoalmente é que não esperava que tivessem o valor que têm, ás vezes quando alguns Artistas arriscam em outros Géneros, nem sempre lhes sai pelo melhor... Aqui acho que correu bastante bem, não é verdade? Orgulho :)
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MensagemAssunto: Re: Críticas/reviews Avril Lavigne   Ter 05 Nov 2013, 18:15

BYAL no Facebook escreveu:
[CRÍTICA] Na classificação da Billboard, o álbum "Avril Lavigne" é o melhor disco da carreira de Avril.

Confira a crítica:

Avril Lavigne, ' Avril Lavigne ': faixa-a-faixa (crítica)

" Primeiro gosto, parece com mel/ Você é tão gostoso/ Mal posso esperar por cada segundo/ Porque é tão divertido", é uma linha a partir da música "You Ain't Seen Nothing Yet , " retirada do quinto álbum de estúdio auto-intitulado da Avril Lavigne. É uma linha que é bonitinha e enjoativa , mas olhe se você puder, além dela, e mergulhe na música pop muito bem trabalhada que abriga . De " Sk8er Boi " e " Girlfriend", á subestimada " What The Hell ", Lavigne sempre lançou a música pop que desafia a dissecação, arrepiando as penas de estudiosos com gritos de " Hey, hey, you you! I don't like your girlfriend " , e desconsiderando a grande arte por causa de um refrão substancial. O negócio é, Lavigne sempre foi muito hábil em tal prática - desde que ela começou lançando a rima polissilábica do refrão de "Complicated " , Lavigne se manteve em seu caminho , lançando um agradável álbum de pop -rock a cada três anos ou mais, e manteve sua imagem e integridade intacta. Para alguém que muitas vezes se concentra nas irresponsabilidades dos jovens , Lavigne provou-se como uma das personalidades mais confiáveis da música mainstream , seu compromisso de nos brindar com hinos insolentes é quase bem feito.

Há novas caras no " Avril Lavigne " - nomeadamente o seu marido, do Nickelback, Chad Kroeger , que co-escreveu a maior parte do álbum e canta com Lavigne em " Let Me Go ". Há uma nova gravadora, a Epic Records, que reúne Lavigne com Antonio "LA" Reid, que ajudou a trazer sua música para as massas. Mas para a maior parte, o quinto álbum de Lavigne encapsula tudo que vale a pena amar sobre a longa arte da artista de 29 anos de idade. Há zero tentativas de crescer, mas há " Here's To Never Growing Up ", o maravilhoso primeiro single do álbum, bem como um pontapé na virilha chamado de " Bad Girl ", com Marilyn Manson , " Bitchin 'Summer ", sobre o quão incrível o verão vai ser , e " Falling Fast", uma canção de amor que poderia ser trilha sonora de uma enxurrada de bailes de primavera a vir. Apesar do tema, a composição nunca foi mais perspicaz, e ao contrário de " Goodbye Lullaby ", de 2011, que contou com momentos em que Lavigne soou insegura de si mesma , a cantora está totalmente no controle aqui. Quando ela conclui a linha de " You Ain't Seen Nothing Yet" com " terceira base, eu estou pulando as preliminares / não pare baby, não pare baby agora ", ela tenta vender suas palavras com as poses mais charmosas. Desnecessário dizer , ela consegue.

Quais músicas no " Avril Lavigne " valem a pena acrescentar à sua lista? Confira nosso faixa-a-faixa do novo álbum de Avril Lavigne .

1. Rock n Roll - O segundo single do "Avril Lavigne" é tão bom quanto uma faixa principal qualquer: bombástica, irônica, mas desafiadoramente audível, "Rock n Roll", revela seus melhores detalhes - o pedaço do solo de guitarra, a linha "I ain't never gonna cover up that tattoo" - em repetidas audições.

2. Here's To Never Growing Up - Depois de colocar "a middle finger to the sky" para abalar os haters (inimigos) na faixa anterior, Lavigne faz o mesmo com a passagem inevitável do tempo "Here's To Never Growing Up", um single fantasticamente malcriado que, ironicamente, fica melhor com a idade. Projetada como uma canção de beber com os copos para cima, a canção reconhece seu gancho e o deixa irradiar, em última análise, se torna impossível de resistir.

3. 17 - Avril Lavigne tinha 17 anos quando ela foi juntando as músicas em seu álbum de estréia de 2002 "Let Go," e aos 29 anos, olha para trás melancolicamente na faixa pop-rock "17". Como os singles anteriores do "Avril Lavigne", "17" é incrivelmente organizada, girando num ritmo constante, dedilhados acústicos longos e gritando vocais que refratam o brilho travesso da juventude.

4. Bitchin Summer - um grito pessoal de Lavigne de "fim da escola ... para ... o verão!" assume a forma de "Bitchin 'Summer", uma colher acústica de sotaque que revela em sua rebeldia inofensiva. "I'll pick you up at the liquor store/Hurry up, we can fit one more," Lavigne ri silenciosamente, como se não fizesse uma década que ela foi retirada do colégio. Coloque esta no gelo até junho, e, depois, a proclame em voz alta com despreocupação.

5. Let Me Go feat. Chad Kroeger - Quase tão chocante quanto a repentina descoberta da união de Lavigne e o vocalista do Nickelback Chad Kroeger, no ano passado: seu dueto, "Let Me Go", é uma canção de rompimento doloroso! A colaboração marido-esposa é completamente dramática após quatro faixas despreocupados no "Avril Lavigne", e embora as vozes não se misturem perfeitamente, o dueto é forte o suficiente para evitar parecer forçado ou remendado.

6. Give You What You Like - A inocência de olhos brilhantes de "17" e "Bitchin Summer" desapareceram em "Give You What You Like", um vislumbre angustiante dentro da troca de prazeres físicos para combater a solidão. A produção se arrastou um pouco, mas o desempenho frágil de Lavigne lembra o ouvinte de que a vocalista de "I'm With You" não foi a lugar nenhum.

7. Bad Girl feat. Marilyn Manson - A colaboração de alto nível com Marilyn Manson é lasciva, desleixada, música de rock suja - como bem deveria ser. Enquanto Lavigne se contorce no centro das atenções, Manson grita seu incentivo, e o público é tratado com uma sessão de carícias que se transformou em um glorioso caos.

8. Hello Kitty - Enquanto "Bad Girl" foi convincente: "Hello Kitty" tem o efeito oposto: é uma facada ousada fora do gênero de trabalho de Lavigne (aqui, uma borda escura de techno-pop), mas nunca vem junto. Até o momento em que "Hello Kitty, you're so pretty" é declarado, a atenção do ouvinte já está na faixa seguinte.

9. You Ain't Seen Nothin' Yet- Lavigne viaja de volta ao seu caminho de pop-rock bem-gasto e produz um conto de romance rapidamente forjado que poderia facilmente caber no "The Best Damn Thing". "You Ain't Seen Nothin' Yet" não é tão sólida como os singles agitados de Avril Lavigne, mas está quase lá, e a ponte alegre vale a pena ouvir por conta própria descaradamente.

10. Sippin' on Sunshine - A primeira música do álbum para se jogar desde a primeira linha, "Sippin' on Sunshine" é uma luz, surpreendentemente badalada que traduz o refrão ecoando de "Here's To Never Growing Up" para uma folha de letras que poderia se sair muito bem na rádio contemporânea adulta.

11. Hello Heartache - "I was champagne / You were Jameson," Lavigne lamenta uma separação nesta faixa simples. O coro de "la-la-la" no fundo amplifica a dor de Lavigne, e embora o sentimento no coração de "Hello Heartache" seja simples, não é menos impactante.

12. Falling Fast - Há momentos no "Avril Lavigne", que a cantora parece preparada para uma reforma country-pop, e "Falling fast" é o mais claro, e melhor exemplo da mudança sutil de Lavigne para o maior gênero de Nashville. A canção inspira entrega, elementos de rock silenciosos e melodia cristalizada tudo seria familiar em um álbum de Taylor Swift.

13. Hush Hush - O grande negócio sobre a composição no "Avril Lavigne" é que ela sempre transmite um significado mais profundo, sem ultrapassar ou fracassar com o dicionário de sinônimos. "Hush Hush" emite uma onda de sentimentos - tristeza, raiva, desespero, nudez e, finalmente, uma leve esperança - e os descompacta ordenadamente ao apresentar Lavigne como uma artista pop que ainda se pode confiar para fazer a tarefa.

Tradução: Equipe BYAL
Fonte: http://bit.ly/1iIlWpM

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