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 Crítica Alargada a Goodbye Lullaby

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BG
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MensagemAssunto: Re: Crítica Alargada a Goodbye Lullaby   Ter 01 Nov 2011, 23:21

12) Remember When

Esta é outra música provavelmente sobre o divórcio, composta a solo pela Avril. Em termos de produção e sentimento, assemelha-se imenso a I Will Be. Mais uma vez, a produção (ironicamente, pelo próprio Deryck, de quem se divorciou) merece cinco estrelas. A minha parte favorita da música é o final do segundo refrão, em que esta “explode”, realçando a angústia presente do princípio ao fim.

A canção debruça-se sobre nostalgia, sobre a dor de um relacionamento terminado, que relembra aquilo que foi, os momentos felizes, em que se julgava que duraria para sempre, mas que se acabaram por perder. Mas, no meio de isso tudo, a Avril está firme na sua decisão de acabar tudo.

É capaz de ser a melhor letra de todo o Goodbye Lullaby e a voz da Avril exprime de forma, mais uma vez, primorosa, toda a emoção da música. Dá mesmo para sentir a dor dela – eu, pelo menos, afligi-me quando a ouvi pela primeira vez, sobretudo com os versos “Now I’m alone again, where do I begin?”. Em suma, é mais uma obra de arte que se junta à extensa galeria da sua discografia.

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RicardoLG
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MensagemAssunto: Re: Crítica Alargada a Goodbye Lullaby   Ter 01 Nov 2011, 23:38

Eu AMO tanto a Not Enough

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BG
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MensagemAssunto: Re: Crítica Alargada a Goodbye Lullaby   Qua 02 Nov 2011, 13:26

13) Goodbye

Esta faixa foi composta e produzida a solo pela Avril. Esta considera Goodbye a melhor música que alguma vez compôs. Não sei dizer se é a melhor, mas, pelo menos, nenhuma outra é tão emotiva, pelo menos não de uma fora tão crua, tão cristalina, como esta.

A produção é muito simples, baseando-se quase exclusivamente em piano, guitarra acústica, violinos (mais presentes do que o habitual), mas é a suficiente. A letra é muito simples, mas tem a vantagem de ser aplicável a diversas situações. A Avril compô-la sobre o seu divórcio, talvez para se convencer a si própria que tinha de deixar o seu casamento para trás. Nesse aspecto, faz sentido vir a seguir a Remember When. Em RW, toma a decisão de se ir embora. Em Goodbye, despede-se. Mas a canção também podia ser sobre uma mãe que abandona o filho, sobre alguém que está a morrer, ou simplesmente alguém que tem de deixar o seu amado por motivos de força maior – como que em jeito de prelúdio para When You’re Gone e Wish You Were Here. Em todo o caso, a música pega naquele tipo de dor mesmo profunda, íntima, crua, que se torna desconfortável quando vista de fora. Não é, por isso, de admirar que a Avril não se ache capaz de cantá-la ao vivo.

Goodbye assemelha-se em muitos aspectos a Run, dos Snow Patrol, (embora eu prefira a versão da Leona Lewis). Outra canção parecida, menos conhecida, é Our Farewell, dos Within Temptation, que também tem características de canção de embalar ( http://www.youtube.com/watch?v=HLZViXktVTk ).

Já que estou a fazer comparações com outras músicas, tenho de referir a faixa Exit Song, dos Sum 41 (http://www.youtube.com/watch?v=LU_WEexH-SI ). Este também é o tema final do mais recente álbum deles, Sreaming Bloody Murder e, embora em termos estritamente musicais, não tenha muito a ver com Goodbye, a mensagem assemelha-se bastante. Julgo que o Deryck a compôs com intenções parecidas com as com que a Avril compôs Goodbye. Contudo, esta última é muito mais emotiva. Talvez seja como comentámos uma vez cá no AP: o Deryck, sendo homem, não se sente tão à vontade como a Avril em falar acerca dos seus sentimentos. Por outro lado, já não deve ter sido fácil para a própria Avril abrir-se a este ponto, como podemos julgar o Deryck por não tê-lo feito.

Assinalo ainda o último refrão em que se ouve “Goodbye… Lullaby” no fundo – acho que ficou interessante, já que acabou por ser esse o nome do álbum – e a parte final, com os violinos, que encerram, não só a música, mas também o CD de certa forma, de uma forma misteriosa e linda.

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GirLavigne
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MensagemAssunto: Re: Crítica Alargada a Goodbye Lullaby   Qua 02 Nov 2011, 13:56

Além da Exit Song, What am I To Say é outra que parece mesmo escrita sobre o mesmo assunto.
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MensagemAssunto: Re: Crítica Alargada a Goodbye Lullaby   Qua 02 Nov 2011, 16:56

AvrilLavigneFanON escreveu:
Eu AMO tanto a Not Enough

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MensagemAssunto: Re: Crítica Alargada a Goodbye Lullaby   Qua 02 Nov 2011, 20:33

concluído, GL tinha tudo para ser um álbum de sucesso e para andar de top em top...

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GirLavigne
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MensagemAssunto: Re: Crítica Alargada a Goodbye Lullaby   Qua 02 Nov 2011, 20:45

anokaxxxxx escreveu:
concluído, GL tinha tudo para ser um álbum de sucesso e para andar de top em top...
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BG
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MensagemAssunto: Re: Crítica Alargada a Goodbye Lullaby   Qui 03 Nov 2011, 15:34

GirLavigne escreveu:
Além da Exit Song, What am I To Say é outra que parece mesmo escrita sobre o mesmo assunto.

Yah, também a mim. Acho até que essa é mais parecida com Not Enough. Durante algum tempo pensei que Crash também fosse mas agora já não tenho tanta certeza...

De qualquer forma, é uma maneira saudável de lidarem com a separação, em vez de usarem a Imprensa para se atacarem um ao outro, como a Madonna e o Guy Ritchie (o que magoou imenso a filha dela, denegriu a imagem deles e os únicos que ganharam com isso foram os tablóides), ou de se meterem em drogas e/ou álcool e começarem a fazer figuras tristes como, se não me engano, a Christina Aguillera. Compor músicas sobre isso pode tê-los ajudado a superá-lo e criaram canções lindas que, apesar de não serem muito específicas, tocaram muitas pessoas. Só vantagens!

A Avril pode parecer um pouco infantil em certas ocasiões mas neste assunto sempre foi muito madura, muito mais madura que muitas celebridades que por aí andam.

14) Alice

Esta foi a primeira música do Goodbye Lullaby que se conheceu na totalidade. Foi composta como banda sonora para o filme de Tim Burton, Alice no País das Maravilhas. Já toda a gente conhece a história.

Alice é uma faixa absolutamente diferente do resto da discografia, mesmo depois de conhecermos o resto do GL, embora a letra me recorde um pouco Falling Down. É uma canção obscura, dramática, mas ao mesmo tempo épica, que se adequa perfeitamente ao filme para o qual foi composta. As batidas frenéticas assemelham-se a batimentos cardíacos, aqueles que se têm quando, de repente, damos por nós, num local estranho, assustador mas, ao mesmo tempo, belo. Salvo as referências ao filme, a letra fala precisamente disso e de encontrar força interior para enfrentar as adversidades. Nesse aspecto, assemelha-se imenso a uma música da Leona Lewis chamada “Alive” ( http://www.youtube.com/watch?v=CgF4N44DjsI )

Em termos de música propriamente dita, Alice não se enquadra muito em Goodbye Lullaby, mas em termos de mensagem, sim. Ela, aliás, faz como que um resumo da mensagem generalizada do CD, é como que uma lição tirada a partir de GL.

A música foi lançada como single ao mesmo tempo que o filme se estreou nas salas de cinema. Teve ainda direito a videoclipe (que, por sinal, é um dos meus preferidos da Avril). Só que não é propriamente o tipo de música de que a maior parte das pessoas goste. Para além dos vocais agudos, inadequados a alguém que não goste da voz da Avril, a música é intricada, complexa, não é daqueles êxitos pop instantâneos, mastigados, fúteis.

Em todo o caso, tornou-se especial por ter sido a primeira canção inédita vinda da Avril em quase três anos. E, no meu caso, chegou numa altura crucial, em que estava em exames e estes não me estavam a correr nada bem. Lembro-me que, na altura, todo o aparato em redor do lançamento de Alice e a promessa de um novo CD para breve eram as únicas coisas que me faziam levantar da cama. Lembro-me de ver a notícia de que a Avril havia composto uma música para o filme, da entrevista para a rádio em que ela falou de Alice pela primeira vez e disse mesmo os primeiros versos, de pôr a música a tocar no meu telemóvel na noite em que saiu, de montar o vídeo para o YouTube, de encontrar fotografias inéditas do cenário do videoclipe na SAPO Kids que permitiram ao AP ter o seu primeiro exclusivo mundial, de ver a Avril em directo no tapete verde da antestreia do filme… Ainda antes de Smile ter sequer sido composto, a Avril já era a principal razão pela qual eu sorria.


A crítica não acaba aqui, ainda vou acrescentar uma conclusão. E esta será grandita.

GirLavigne escreveu:
anokaxxxxx escreveu:
concluído, GL tinha tudo para ser um álbum de sucesso e para andar de top em top...

Sim, ainda vou falar disso.

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MensagemAssunto: Re: Crítica Alargada a Goodbye Lullaby   Qui 03 Nov 2011, 17:48

Wink
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MensagemAssunto: Re: Crítica Alargada a Goodbye Lullaby   Sex 04 Nov 2011, 17:24

Conclusão:

É isto o quarto álbum de estúdio de Avril Lavigne, Goodbye Lullaby, ao pormenor. A Avril afirmou que este álbum marca o fim de um capítulo na sua vida e o início de outro. Nesse aspecto, Goodbye Lullaby assemelha-se a Let Go. Este último foi assim baptizado porque a Avril teve de abdicar (let go) de muitas coisas – a terra onde cresceu, a proximidade da sua família e dos seus amigos, os estudos (não que ache que ela tenha tido grande pena em relação a esta última parte…) – e abraçar um estilo de vida completamente diferente e nem sempre fácil. Goodbye Lullaby fala também sobre abdicar de algo fácil, seguro, reconfortante e partir para outra.

Outra semelhança entre os dois álbums é o facto de ambos terem ido contra a corrente musical da altura em que foram lançados. Isso foi bem aproveitado em termos de marketing com o Let Go mas não está a ser com Goodbye Lullaby. Como já disse anteriormente, estão a perder uma excelente oportunidade.

Aliás, tal como tem sido muito comentado, aqui no AP e não só, o GL não tem tido o sucesso que merece. Não sei se a culpa é da RCA Records, cujos entraves adiaram o lançamento do disco e impuseram músicas mais comerciais como singles. Não sei se a culpa é da própria Avril, que diz que se encarregou da sua própria publicidade e fez questão de se manter afastada da maior parte das revistas. Se formos comparar o número de publicações em que a Avril apareceu nos anos em que lançou os anteriores CDs com aquelas em que apareceu este ano, a diferença é significativa. Também não deve ter ajudado o facto de ela ter feito a promoção do álbum e a digressão no mesmo ano e de esta última não ter passado pelos Estados Unidos.

Em todo o caso, Wish You Were Here tem tido bastante sucesso no YouTube. O single só vai ser lançado este mês mas pode ser que ajude a inverter um pouco a tendência. E mesmo que não inverta, mesmo que GL esteja destinado a ser um fracasso em termos comerciais quando comparado com os outros CDs, ao menos há-de servir para recordar às pessoas que a Avril Lavigne ainda está no activo e há-de abrir caminho para o quinto álbum. E este, já debaixo da tutela da Epic Records e do seu presidente LA Reid, não terá tantas restrições, haverá maior empenho na sua promoção e há-de ser melhor sucedido.

Pelo menos, é essa a minha esperança.

Não que eu goste mais ou menos da Avril consoante ela é melhor ou pior sucedida em termos comerciais, longe disso. A música dela faz-me feliz independentemente se as outras pessoas também gostam dela ou não. E tenho a certeza de que o mesmo acontece com muitos de nós. Mas confesso que me irrita ver pessoas bem menos talentosas ganharem prémios enquanto ela nem sequer é nomeada. A Avril diz que não se importa se as suas músicas chegam ao Top 40. Eu respeito isso e até admiro, mas ela também podia pensar um bocadinho nos fãs que gostariam de vê-la nas cerimónias de prémios e de ouvir as suas músicas na rádio. Não digo para ela renunciar aos seus princípios e fazer músicas comerciais, longe disso, mas podia esforçar-se mais um bocadinho na promoção.

Mas voltemos ao Goodbye Lullaby. Neste CD, a Avril explora o seu lado mais doce, romântico, vulnerável. Favorece a qualidade musical, as guitarras acústicas, os pianos, os violinos. A sua voz, quase ser artífices, mostra todo o seu potencial. Se este lado romântico é melhor que o seu lado mais amalucado, roqueiro, fútil de The Best Damn Thing ou que o seu lado mais obscuro, pesado, dramático de Under My Skin, não sei dizer. É apenas mais uma faceta da Avril e a diversidade da sua música sem deixar de haver cunho pessoal em cada faixa é, na minha opinião, um dos seus pontos fortes, senão o seu ponto mais forte.

Talvez por causa do tema vagamente campestre/florestal da capa e de outras fotografias do álbum, gosto de ouvir Goodbye Lullaby quando faço caminhadas em reservas naturais ou quando vou para a minha casa de férias e ando de bicicleta no meio do campo. Lembro-me até de, no fim-de-semana a seguir ao lançamento do CD, ter andado de bicicleta pelo campo, vendo as primeiras flores da Primavera enquanto cantava em altos berros. Quando regressava a casa, o meu irmão conseguia ouvir-me a uns cinquenta metros de distância. A minha mãe ainda hoje fala desses dias, em que eu passava a vida a cantar. Ela julga que eu andava feliz por os exames me terem corrido bem. Até agora nunca a corrigi… De certa forma, o Goodbye Lullaby assemelhou-se à chegada da Primavera após um longo Inverno em termos musicais, em que a larga maioria das músicas que tocavam na rádio não me dizia nada.

A verdade é que eu hei-de gostar de praticamente qualquer coisa que a Avril faça. Mesmo que o CD fosse completamente diferente, eu haveria de gostar à mesma e de passar os dias seguintes a ouvi-lo e a cantá-lo outra e outra vez. Mesmo que o CD fosse do mais fútil que há, mesmo que as músicas nada tivessem a ver comigo, mesmo que eu as detestasse, haveria sempre de arranjar motivos para as adorar. Ou por ser o primeiro material inédito em muito tempo, ou porque até tem uma certa piada, ou porque gosto daquele segmento, ou simplesmente porque sim, porque foi a Avril a compô-la e a interpretá-la. Sou maluca a esse ponto! Quer isso esteja certo ou errado, adoro a música dela para lá do racional. E a verdade é que, até ao momento, salvo uma única excepção (e mesmo assim…), não há mais nenhum cantor ou banda que tenha conseguido cativar-me a esse ponto, que me faça gostar quase automaticamente de qualquer coisa que grave, que me faça cantar e dançar, que me faça rir e chorar, que tenha influenciado tanto a minha maneira de pensar e agir, que me tenha encorajado, com a sua mensagem e o seu exemplo, a seguir o meu próprio sonho, que me tenha inspirado em tantos sentidos, que traga tanta alegria à minha vida…

Em suma, perdoem-me, mas, para o bem e para o mal, não há, nunca houve e, provavelmente, nunca voltará a haver, outro cantor ou banda como Avril Lavigne!




Desculpem o testamento!

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MensagemAssunto: Re: Crítica Alargada a Goodbye Lullaby   Sex 04 Nov 2011, 19:04

BG escreveu:
Desculpem o testamento!

Desta vez foi mesmo enorme Razz

BG escreveu:
A música dela faz-me feliz independentemente se as outras pessoas também gostam dela ou não.

Isto é bem verdade!
Tem piada porque tu conseguiste relacionar tudo, sobre CD, promoção, conteúdo :),
Tenho a dizer que me identifico com tudo o que dizes no final :) e
"A verdade é que eu hei-de gostar de praticamente qualquer coisa que a Avril faça." ^^

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MensagemAssunto: Re: Crítica Alargada a Goodbye Lullaby   Sab 05 Nov 2011, 15:42

BG escreveu:
Em suma, perdoem-me, mas, para o bem e para o mal, não há, nunca houve e, provavelmente, nunca voltará a haver, outro cantor ou banda como Avril Lavigne!

Estás totalmente perdoada! xD Exactamente isso ! <3

BG escreveu:
Yah, também a mim. Acho até que essa é mais parecida com Not Enough. Durante algum tempo pensei que Crash também fosse mas agora já não tenho tanta certeza...

Eu ainda continuo a achar um bocado... "I just wanna feel your head layin on my chest" é o que põe mais confusa.
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MensagemAssunto: Re: Crítica Alargada a Goodbye Lullaby   Qui 01 Mar 2012, 22:55

Adorei todas as tuas opiniões ^^)
escreves imensamente bem! Partilho de muitas das tuas opiniões.
Na minha opinião á excepção da faixas: Black Star, What the Hell, Smile, Stop Standing there e everybody hurts todas as outras músicas são para e sobre o Deryck.

Acho incrível o facto de eles se terem juntado em estúdio e trabalhado num álbum que fala sobre o fim do casamento deles.
Acho ainda mais impressionante a capacidade de produção do Deryck que conseguiu passar a melodia apesar de saber o seu significado e de o afetar de uma forma bastante evidente.

Eu já tinha dito e volto a dizer que o Goodbye Lullaby é o meu album preferido. Acho extraordinário o facto de ter saido de uma situação tão dificil e real como um divorcio. E só me faz olhar para os outros artistas com desprezo e perceber o quanto superficiais são, que fazem da musica um produto quando devia partir deles, do seu interior.
Acho que o mundo interpreta mal a Avril e espero que um dia mude. (não vá aquela vidente acertar xD)

Vou-vos só dar um exemplo, na minha escola, no dia de s.valentim, eu fiz um coração de baloes gigantes em 3D e exposemos no atrio, ficou suspenso no ar. Durante os intervalos começou a tocar musicas sobre amor e eu pensei logo no I Love You da Avril e falei com associação sobre a possibilidade de a meterem no ar.
E apesar do projecto ser meu eles mandaram.me literalmente ir ao que sitio que vocês estão a imaginar e acrescentaram que não gostam nada de Avril Lavigne. -.-
A verdade é que depois mostrei-lhes a música e até gostaram.
Enfim
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MensagemAssunto: Re: Crítica Alargada a Goodbye Lullaby   

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Crítica Alargada a Goodbye Lullaby
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